Cláudia Consciência
Não me sinto
Não sei o que me resta
Sovei-me
Com os espinhos afiados dos meus medos
Enterrei-me
Nos buracos mais profundos da minha infelicidade
Feri-me
Sangrei
O meu corpo é escravo
A minha alma submissa
De quem nunca encontrei
Cansei-me
Desfaleci
Olho-me com as lágrimas que caiem
Não me sinto
Não sei o que me resta
Não vejo princípio
Só fim
É este o meu castigo
É esta a minha penitência
Não há mais caminho para mim!
20 dezembro 2008
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Muito Forte, Muito Sincero e Muito triste
ResponderEliminarum bom caminho