A dor obriga-nos a Amar,
A mais frágil, a mais leve dor.
Genética escolha imposta, que
Perpetuando, nos aniquila,
Vitimas e juízes da continuidade.
Criaturas de criação de Dor.
Não participarei nesse pacto. No olhar meigo de um velho vi perderem-se no meio da tarde as sombras e sobre elas apontei 4 e 4 + 4. Adulemos a morte e dêmos por extinta esta perpetuação ridícula da vida Humana.
Quem mais doloramente a sente
Quem mais doidamente a vê
Mais Ama o Outro,
Quatro e quatro nunca são quatro.
19 dezembro 2008
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