04 janeiro 2009

A individualidade da nação

As nações são a prova da possível criação dos seres por parte do Homem mesmo pela essência da ridícula ideia, é claro que há a Mula dirá sua excelência leitor, mas nem aí uma nação não consegue chegar ao direito de competir com uma mula, mesmo a mula terá as suas vantagens, já que são seres que respiram já nesse conceito serão úteis à circulação normal da produção de oxigénio em dióxido de carbono e este último por sua vez em oxigénio, nem na simples conceito da circulação de ar uma nação é útil.

Uma mula, como ser quadrúpede poderá ter a sua utilidade, embora a humanidade nunca a venha a descobrir, já a nação a humanidade usa-a sem esta nunca mostrar uma única utilidade só para os néscios e os incapacitados esta mostra-se como a defesa do seu carácter e da sua capacidade como seres individuais. Ora vejamos: Um português é um marinheiro conquistador, esse caso é uma regra, e sem excepção, mesmo que este seja feio e tenha uma pila pequena e quem acredita nisto? Esses néscios! Criando muitos casos de frustrações sexuais, porque todo o néscio que se sustenta num mito colectivo é um ser de pila pequena, parece-me evidente e não merece muito sustentação, mas não me importarei de perder algum tempo nela – visto que o partilho a dois, entre mim e o indivíduo que estará a ler este texto miserável.

A pila está para o homem, como a energia está para as mulheres. Quantas mulheres nós nos livramos por não terem a energia suficiente? O leitor homem – exceptuando os pederastas – e as mulheres que se sentiram repudiadas pelo abandono de certo me compreenderão, assim poupo algumas linhas ao meu raciocínio e uma infatigável tarefa de explicar o óbvio e não imaginam como isto é fatigante fazê-lo a um homem. Voltando à pila pequena ou ao pilinhas – e deixamo-nos de questões anatómicas, essas podem ser explicadas por especialistas bem mais especialistas do que eu –
–, a necessidade do grupo aparece como um valor de carácter uno a todos isto é, o partidarismo enquanto qualidade colectiva representa os seres que pretendem ter valores em comum, e qual é a melhor necessidade de alguém se afirmar quando tem dificuldade de se afirmar, pertencendo a uma nação, esta aparece como o sustento do seu ser como um traço comum a todos. Se o português é um marinheiro fodilhão e miscigenador, logo por essa óptica qualquer português é um marinheiro fodilhão e miscigenador, mesmo sem nunca ter saído da sua terriola sem mesmo ter qualquer gosto pelo sexo oposto isto é, sem ter tido a necessidade da cegonha para ter um café com leite, mesmo esse será um português e sentirá as suas necessidades genéticas luso-afonsinas quando passar de porto para porto.

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