Nas cidades brancas
que não têm mar,
navegam, todos os dias,
grandes barcos azuis.
Nas cidades azuis
que não têm mar,
navegam, todos os dias,
grandes barcos brancos.
Na minha cidade
que tem mar ,
que uns dias é branca
outros azul,
ou todas as cores
que meus olhos querem ,
não navega nenhum barco.
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Quero-te apenas a ti
direita e vertical
como o sol
clamado pela terra.
Na frescura da água
que foi abençoada,
mas agora afoga.
04 janeiro 2009
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