Pelas minhas unhas escorre sangue!
As linhas que formam amadurecidas
Relembram-me o passado harmonioso que nao tive
Pingam os dedos no papel branco
Onde flui a minha vida.
Neste deslizar contido e fluido
Tento reanimar lentamente
as ilusões que se findam
A lagrimar continuam os meus dedos
05 janeiro 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Vitor, este poema arrepia-me! Belo momento de inspiração. Parabéns!
ResponderEliminar